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SOBRADO CANELA PRETA

João André Teixeira Mendes – o Canela Preta, tenente coronel natural da Vila do Icó aonde nasceu à 17/03/1781, e batizado à 24/04/1781, casou-se à 06/07/1803, na Capela do Rosário na Vila do Icó, com a sua prima Maria Demétria do Coração de Jesus. João André Teixeira Mendes - O Canela Preta pertenceu ao Partido Conservador, ligado a Joaquim Pinto Madeira até 1831. Foi um perseguidor implacável da família Alencar. Seus maiores inimigos foram os Cavalcante, a quem o Canela Preta matou quase todos os membros de sua família. O Canela Preta era homem violento e loquaz. Em 1823 o partido patriota do Icó, em minoria, fraquíssimo, em luta com os portugueses e composto, na maior parte de rapazes tinha grande aversão a João André Teixeira Mendes - O Canela Preta. Em passagem pelo Icó, Figueira e Tristão Gonçalves, tiveram a infelicidade de nomear o Canela Preta, como Comandante Geral da Vila do Icó. A partir daí a Vila do Icó passou a viver grande turbulência e a violência tomava conta da vila. O Canela Preta como dono da Vila mandava e desmandava. Passou a andar com jagunço e criou a sua própria lei. E pra começar mandou prender o Capitão Mor de ordenanças do Icó, o advogado, Joaquim Fernando Moura, acusando de ter conspirado contra a República. Remetido para a Capital conseguiu fugir. Depois de algum tempo volta para vila do Icó e é assassinado pelos jagunços do Canela Preta. Depois o Canela Preta compra uma briga com um dos Cavalcante e leva um tremenda surra. A partir daí o Canela Preta passa a perseguir e a matar cada membro da Família Cavalcante. Sua primeira vitima foi o Velho Cavalcante comerciante aqui do Icó. No dia 22 de maio de 1822 ao cair da noite, o velho Cavalcante foi assassinado pelos jagunços do Canela Preta, na frente de sua sogra de sua esposa e uma criança, sua neta. O velho Cavalcante foi assassinado a facada. Depois de algum tempo o Canela Preta rompe com os Alencar e passa a ser também um perseguidor implacável da família Alencar. Na criação do governo provisório do Icó, João André Teixeira Mendes, o Canela Preta, foi nomeado comandante das armas desse governo. O Canela Preta como oficial era uma fúria. Cruel e indomável não respeitava ninguém. Era uma verdadeira maquina de matar! No furou da luta travada em conseqüência declaração da Republica do Equador, os bandos negros do Canela Preta invadiam as casas dos patriotas e matavam todos que encontravam pela frente sem distinguir ninguém.Um dos crimes bárbaros que chocou a todos daquela época foi o assassinato do juiz do povoado de Telha hoje Iguatu a mando do Canela Preta. O juiz José Cavalcante de Luna foi assassinado pelos jagunços do Canela Preta. O seu corpo foi arrastado ate a vila do Icó. Essa morte causou terror a todos da vila. As autoridades não se atreveram a trazer o corpo de delito, porque os assassinos do Canela Preta estavam em numero armados. Nem mesmo as autoridades se atreveram a participar esse acontecimento ao presidente da província com receio que o Canela Preta o soubesse. O outro crime bárbaro do Canela Preta foi o do português Manoel Francisco que foi castrado no meio da rua na frente da sua esposa e familiares. O velho Manuel gritava mais ninguém teve a coragem de socorrê-lo. Nem um curandeiro ou farmacêutico poderia medicá-lo com medo de ser morto. E o português agonizava, até perder a sua ultima gota de sangue e morrer. Esse crime causou a revolta de Pinto Madeira que veio a derrubar o poder do Canela Preta. A notícia desse crime chega a capital justamente no dia da posse do governo Alencar. E o primeiro ato do governo Alencar é mandar prender o Canela Preta. E manda o celebre capitão João Pereira da Silva, o Cara Preta prender o Canela Preta, mesmo assim consegue se refugiar na serra do Câmará, mais em seguida é preso. O primeiro julgamento do Canela Preta aconteceu no dia 19/12/1834, em São Mateus, Jucás e foi condenado a pena de morte. Mais aparece em seu socorro o Capitão Mor Gonçalo Batista Vieira, que faz sustar a sentença e apela pelo júri da Capital da Província. No caminho pra capital sofre uma emboscada mais consegue se salvar e é mandado para o Icó. No Icó é feito um novo julgamento e é novamente condenado a pena de morte. Novamente aparece outro socorro e é sustado a sentença.Um novo julgamento é feito na capital da Província. Nesse julgamento é condenado a 20 anos de prisão no Amazonas. Depois de cumprir a sua pena volta cego e enfezado pois todos os seus bens tinham sido inventariado e morre com 93 ano Icó cego e enfezado.

 

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